terça-feira, 9 de agosto de 2011

Educa Tube - Dicas de Vídeos de / para Educadores

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O blog Educa Tube foi criado em abril de 2009 com  a intenção de indicar vídeos de e para educadores além de sugerir recursos tecnológicos com fins educacionais. Vale a pena conferir! 

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Curiosidade... De onde vem o símbolo arroba (@)?

Turma,
O curso é construído por nós... a aprendizagem é colaborativa onde um ajuda o outro a descobrir novas informações, novos caminhos. A partir da curiosidade de Nilda buscamos a origem do símbolo @ (arroba) tão usado em nossas mensagens de emails... Espero que possa ajudar!
Abraço carinhoso!
Adriana e Inara
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http://www.servidorpublico.net/noticias/2007/03/10/alunos-do-
estado-usam-ferramentas-da-internet-para-aprender/images/arroba.jpg?isImage=1
Em informática, @ (arroba) é um símbolo tipográfico, abreviação da palavra inglesa at. Significa "em" ou "a", no sentido de endereço ou localização, ou alguma variação em contextos específicos. O significado em português assumiu o "arroba" pelo contexto mercantil.

Atualmente, é amplamente usada na informática (entre outros usos) para indicar a localização de endereços de correio eletrônico, de forma que o endereço fulano.de.tal@servidor.com indica o utilizador fulano.de.tal no domínio servidor.com.


História

http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSa0rHShQELvO4yV2CXkKJGJQdPrJbnXQQIh_6s0NNDb8S2DTJ_rA

Há diversas teorias sobre a origem do símbolo, que remontam uma origem caligráfica, e logo tipográfica. Entre as mais antigas, era um símbolo mercantil para abreviar "cada uma a", de forma que "12 maçãs @ $1" custariam $12, $1 para cada. Também há referências sobre a abreviação da preposição grega ανά. Ou ainda, a abreviação de monges medievais para a palavra latina ad seguida dum numeral, por questões de economia de tinta e papel.[1] Um acadêmico italiano alega ter identificado a origem do símbolo na renascença italiana, num documento assinado por Francesco Lapi em 4 de maio de 1537.[2] O documento é sobre um comércio feito com Pizarro, mais especificamente o preço duma @ de vinho no Peru; nesse contexto, @ significava ânfora (em italiano: anfora; em espanhol: arroba). Atualmente, arroba significa tanto o símbolo "em" quanto uma unidade de medida de massa e volume baseada na capacidade da ânfora.

Outra origem vem do normando "à", significando "cada", de forma que 2 x à £5.50 = £11.00". O símbolo é usado em francês e sueco, e nessa visão ele seria uma forma estilizada de à que evita levantar a mão ao escrever o símbolo.

O historiador aragonês Jorge Romance encontrou o que aparenta ser uma @ na "taula de Ariza" (1448), denotando uma embarcação de trigo de Castela ao Reino de Aragão.[3]

O símbolo foi utilizado em diversas máquinas de escrever a partir de sua introdução em 1884, principalmente por seu vasto uso comercial, incluindo a Lambert de 1902, construída pela Lambert Typewriter Company de Nova Iorque.[4] A máquina IBM Selectric (1961) também incluía o símbolo. Sua inclusão no padrão original ASCII de 1963 seguindo o mesmo preceito.

Em diversas culturas, o símbolo foi nomeado a partir de seu formato,[2] como chiocciola (caracol) em italiano, snabel (tromba de elefante) em sueco e apestaart (rabo de macaco) em neerlandês.[1][5]

Uso moderno


Computação


O uso contemporâneo mais familiar está no correio eletrônico (transmitido por SMTP), de forma que fulano.de.tal@servidor.com indica o utilizador fulano.de.tal no domínio servidor.com. Ray Tomlinson da BBN Technologies é creditado por introduzir tal uso em 1971,[6] Essa ideia da @ representar a localização sob forma utilizador@domínio motivado primordialmente pela disponibilidade no dispositivo que ele usava e pela necessidade dum símbolo que não aparece nos nomes de utilizador, evitando ambiguidades.[7] também foi migrada para outros protocolos: o comando Unix ssh jdoe@www.example.com tenta estabelecer uma conexão SSH ao computador www.example.com usando o utilizador jdoe.

O símbolo também é usado em diversas linguagens de programação, ainda que de formas distintas. Em C#, ao prefixar cadeias de caracteres ele indica que os caracteres não devem ser escapados, enquanto que ao prefixar identificadores ele permite que palavras reservadas sejam usadas. Em Java 5.0+ é usada para anotações, uma espécie de metadado. Em Pascal, é um operador que retorna o endereço de uma variável. Em Perl, ela prefixa variáveis que contêm vetores.

Na cultura da Internet, a @ também acabou recebendo uso. Em fóruns digitais e em microblogging, ela é usada para denotar resposta, de forma que "@Jane" é usado para indicar uma resposta ao comentário de Jane. No caso específico do Twitter, é usada para enviar respostas públicas. Também é uma substituição leet para a letra A.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/@ 

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Atividade a Distância 3 - Turma 2

http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT44MFUM6egOic3NdnFEGOVHT-9Kq2rCyx2enc434O6_8gwQiVj
Ler o capítulo 6 do Módulo Impresso. Em seguida procure na internet (ou faça um desenho) que traduza as informações do texto, a idéia do autor e sua interpretação do texto. Lembrando que se a imagem for da internet é imprescindível que tenha o endereço da imagem.
Bom trabalho,
Adriana e Inara

Uso da Internet de forma responsável

Navegadores Web 

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj_qE3ooyS4n0VlaFIKEO6s-_Oip5mzK7n3gYbFV7Oxki8gLyL9QvlbQURcd7Hsb89mO77t7nYMCojLkxMjQ10c4jzaunOiEMmae3c4sF8iKxRZV7QheFzG0kHYMgLvoUvrBEzUfFPhGVuB/s1600/firefox.png
Existem vários navegadores web, sendo o Mozilla FireFox 3.0 o mais usado nos ambientes Linux. Esse navegador só é menos usado que o Internet Explorer. 
Dentre os seus recursos estão a acessibilidade, a segurança, a personalização e o suporte a diferentes padrões da web, o que facilita a navegação. O uso do navegador web permite o acesso à internet e a utilização de diferentes ferramentas disponibilizadas na rede. Por meio dele o professor pode propor pesquisas,  trabalhar em ambientes virtuais de aprendizagem, utilizar Objetos de Aprendizagem e, ainda, contribuir com os seus alunos para o desenvolvimento da prática da autoria, da autonomia e da criticidade, além, é claro, de enriquecer a sua prática pedagógica.
Para acessar a Internet no Linux Educacional 3.0 observe a imagem abaixo:
http://webeduc.mec.gov.br/linuxeducacional/curso_le/internet.html
 Como realizar uma pesquisa na Internet:
http://www.techguru.com.br/wp-content/uploads/2010/12/lupa.jpg
  1. Acesse o FireFox;
  2. Digite o endereço do site de busca de sua preferência (no nosso caso, indicaremos o Google - http://www.google.com.br);
  3. Pesquisaremos sobre o Linux Educacional;
O que vocês encontraram como resultados? Quase um milhão de páginas não é mesmo? Por isso, é preciso ser mais direto na digitação da palavra-chave.  É necessário refletir sobre: “O que já sabemos?” e “O que queremos descobrir?" para direcionar a pesquisa.
  1. Refaça a pesquisa levando em consideração as questões levantadas acima.
  2. Vamos compartilhar com os colegas que achou de relevante e novo na sua pesquisa?
O procedimento para pesquisar imagens é parecido, porém é preciso clicar no canto superior esquerdo no link IMAGENS. 

Importante!!
Lembre-se de referenciar o texto e a imagem que você encontrou destacando o endereço (URL) em que estão localizados na rede.


Fonte: Texto retirado do site http://webeduc.mec.gov.br/linuxeducacional/curso_le/internet.html com grifos meus.
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Que tal revisar os recursos/aplicativos encontrados no Linux Educacional 3.0? Clique aqui e se divirta!

Conhecendo mais o Linux Educacional 3.0

A apostila abaixo pode ajudar no esclarecimento das possíveis dúvidas em relação ao uso do Linux Educacional 3.0.  Vale a pena fazer o download!

Sementes do Amanhã...

Turma,
Somos sementes e trazemos em nós a essência e a grandiosidade de sermos árvores, de sermos diferenciais em nosso mundo...  "A essência, ainda que manifesta, mantém a sua integridade original..." Tudo depende de nós...
Abraço carinhoso,
Adriana e Inara.
 

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Dicas de filme...

Sábado à tarde, nada pra fazer... que tal assistir a um filme comendo uma pipoquinha? Boa ideia, não é mesmo?? Vai uma dica para a primeira sessão...

Os piratas do Vale do Silício



O filme conta através das personalidades de Steve Jobs, Steve Wozniak, Bill Gates, entre outros, o desenvolvimento da história da microinformática e da popularização dos computadores. Mostra algo sobre a luta de alguns estudantes contra o domínio da produção de computadores por grandes empresas e também faz uma abordagem acerca das primeiras reações culturais a esse processo de popularização. Steve Jobs é um garoto hippie e contestador, que vai a passeatas na universidade, toma LSD e tem inspirações messiânicas. Toda essa fúria vem do sofrimento: Jobs chora, faz terapia e não se conforma com o sumiço da mãe biológica. A namorada de Jobs fica grávida, e ele não quer assumir a criança. Mas acaba exigindo escolher o nome da filha – Lisa, mesmo nome que deu, em 1978, ao antecessor do Macintosh. Bill Gates é o completo oposto. Faz coleção de revistas Playboy e gosta de beber cerveja jogando pôquer com seus amigos Paul Allen e Steve Ballmer. No início dos anos setenta, os computadores, chamados de mainframes, eram de grande porte e ocupavam grandes espaços. Embora não houvesse computadores pessoais como os que tão comumente encontramos hoje, existia um público ansioso por poder usufruir dessa tecnologia. Alguns apaixonados pela eletrônica começaram a desenvolver protótipos de circuitos que poderiam ser microcomputadores. Entre eles, podemos mencionar os nomes de Steve Jobs e Steve Wozniak, que juntos desenvolveram uma espécie de primeiro computador pessoal como resultado de intensos trabalhos numa garagem. Eles deram o nome a esse protótipo de Apple. Com o sucesso do modelo, eles decidiram fundar uma empresa para aprimorar o microcomputador Apple e em 1977, surgiu a Apple Computer. No lançamento do Apple II em 1977 numa pequena feira de informática, Bill Gates, até então desconhecido, é esnobado por Steve Jobs. A partir deste momento ele resolve destruir a Apple. As grandes empresas como IBM, Xerox e outras não acreditavam na popularização dos computadores pessoais e nessa época não se interessaram pelo investimento. Mas, logo perceberam o que estavam perdendo e começaram a retomada do tempo perdido na busca de produzir melhores computadores que a Apple Computer, que fechou a década como uma das melhores. Em 1980, a IBM decidiu entrar no setor e queria fabricar um microcomputador que superasse o Apple II da Apple. A empresa criou o hardware do computador, os circuitos lógicos em si, porém deveria haver um sistema operacional para que ele e os programas pudessem funcionar.  Contratou então uma outra empresa, a Microsoft para criar um sistema operacional que fosse compatível com o seu projeto. Precisamente nesse ponto, entra na história a figura daquele que se tornaria um dos homens mais ricos de todos os tempos, Bill Gates. Ele comprou, por 50 mil dólares, os direitos de um sistema operacional quase pronto, que não tinha muito poder de processamento e nem muita memória, desenvolvido por outros universitários e fazendo algumas modificações, entregou-o para a IBM, que por sua vez lançou o IBM PC em 1981. Em um centro de pesquisa da Xerox, a APPLE é instrumentalizada com mecanismos que facilitam o uso dos computadores pelas pessoas. A partir disto a Apple cria o Macintosh e o Lisa, dois projetos com interface gráfica. É assim que surge a interface gráfica, ícones que através do mouse guiam à seleção e execução de tarefas. Mas, uma cartada de Bill Gates define a liderança da IBM e da Microsoft no mercado de computadores. Com muita malícia, ele fecha um contrato para fornecer programas para o Macintosh. Quando Jobs percebe, Bill já roubou sua tecnologia e criou o Windows – uma cópia deslavada do Macintosh. O filme termina com a Apple se rendendo, em 1997, a Bill Gates – coisa que realmente aconteceu. 
Fonte: http://www.sosestudante.com/informatica/resumo-do-filme-piratas-do-vale-do-silicio.html